quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Acorda Angra!: ORE PELO FRACASSO, PELA NECESSIDADE – 31/01/2012
Acorda Angra!: ORE PELO FRACASSO, PELA NECESSIDADE – 31/01/2012: ORE PELO FRACASSO, PELA NECESSIDADE – 31/01/2012 RABISCOS PESSOAIS LIVRES DA CONFERÊNCIA. Anderson José Teve início hoje às 13h00 (Horá...
terça-feira, 27 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 14 de maio de 2009
TAMBÉM ESTOU PREOCUPADO
Queridos leitores, sou um assíduo leitor de bons sites, blogs e jornais. Um de meus prediletos é o palavraplena.typepad.com. Na semana próxima passada me deparei com a seguinte frase de Winston Churchill, grande estadista inglês, proferida após a Segunda Grande Guerra: "É meu objetivo, sendo alguém que viveu e foi atuante nesses dias, mostrar com que facilidade a tragédia da Segunda Guerra Mundial poderia ter sido evitada; COMO A MALDADE DOS PERVERSOS FOI REFORÇADA PELA FRAQUEZA DOS VIRTUOSOS".
O destaque final é meu, pois vejo tanta força nessas palavras que me sinto forçado a convocar aqueles que têm considerado e orado pelo meu ministério a uma profunda reflexão.
Certamente que temos abençoado vidas, temos avançado, mas... Será que é o nosso melhor e o nosso máximo? Será que temos feito realmente o que podemos? Assusta-me amados irmãos, por exemplo, a inoperância das igrejas no Rio de Janeiro quanto ao Movimento Rio de Paz. Pouquíssimos pastores e igrejas têm se envolvido nesses manifestos simples, sem propósito eleitoreiro ou de busca de fama. Isso é assustador, pois encontramos descrentes de mangas arregaçadas! Seu presidente desabafou: “O silêncio da igreja é uma das partes mais tristes dessa guerra que estamos travando. Por que os pastores não fazem contato p/ ajudar?”
Lembrei-me de uma frase de Martin Luther King, onde ele afirmava: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.
Estou bastante reflexivo, pois creio que se amamos algo e cremos que esse algo traz felicidade para o ser humano, melhora a vida das famílias, traz qualidade de vida para a sociedade, por que não investimos mais, trabalhamos mais, nos dedicamos mais?
Qual tem sido a nossa atitude concreta para que o Evangelho seja vivido e tenha reflexos positivos na sociedade? Será que temos bons hospitais e postos de saúde, boas escolas, boa administração pública dos recursos, violência diminuída e por isso nos mantemos em nossa zona de conforto?
Tenho medo de ver repetido na história aquilo que o mesmo Luther King disse: “O comunismo existe hoje porque o cristianismo não está sendo suficientemente cristão”.
Deus, tende piedade de nós! Por favor, nos ajude a enxergar o que necessita ser enxergado, a dar o que necessita ser dado, a fazer o que necessita ser feito. Oh, Deus! Por favor, opera em nós o teu poder! Por Jesus! Anderson
O destaque final é meu, pois vejo tanta força nessas palavras que me sinto forçado a convocar aqueles que têm considerado e orado pelo meu ministério a uma profunda reflexão.
Certamente que temos abençoado vidas, temos avançado, mas... Será que é o nosso melhor e o nosso máximo? Será que temos feito realmente o que podemos? Assusta-me amados irmãos, por exemplo, a inoperância das igrejas no Rio de Janeiro quanto ao Movimento Rio de Paz. Pouquíssimos pastores e igrejas têm se envolvido nesses manifestos simples, sem propósito eleitoreiro ou de busca de fama. Isso é assustador, pois encontramos descrentes de mangas arregaçadas! Seu presidente desabafou: “O silêncio da igreja é uma das partes mais tristes dessa guerra que estamos travando. Por que os pastores não fazem contato p/ ajudar?”
Lembrei-me de uma frase de Martin Luther King, onde ele afirmava: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.
Estou bastante reflexivo, pois creio que se amamos algo e cremos que esse algo traz felicidade para o ser humano, melhora a vida das famílias, traz qualidade de vida para a sociedade, por que não investimos mais, trabalhamos mais, nos dedicamos mais?
Qual tem sido a nossa atitude concreta para que o Evangelho seja vivido e tenha reflexos positivos na sociedade? Será que temos bons hospitais e postos de saúde, boas escolas, boa administração pública dos recursos, violência diminuída e por isso nos mantemos em nossa zona de conforto?
Tenho medo de ver repetido na história aquilo que o mesmo Luther King disse: “O comunismo existe hoje porque o cristianismo não está sendo suficientemente cristão”.
Deus, tende piedade de nós! Por favor, nos ajude a enxergar o que necessita ser enxergado, a dar o que necessita ser dado, a fazer o que necessita ser feito. Oh, Deus! Por favor, opera em nós o teu poder! Por Jesus! Anderson
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
O líder que faz diferença através da responsabilidade social.
Renato Vargens
1. Um mundo em constante ebulição.
1.1 – Um mundo globalizado.
1.2 - Uma sociedade hedonista.
1.3 – Um mundo de grandes desigualdades sociais.
No Brasil, os 10% mais ricos da população são donos de 46% do total da renda nacional, enquanto os 50% mais pobres – ou seja, 87 milhões de pessoas – ficam com apenas 13,3%. Somos 14,6 milhões de analfabetos, e pelo menos 30 milhões de analfabetos funcionais. Da população de 7 a 14 anos que freqüenta a escola, menos de 70% concluem o ensino fundamental. Na faixa de 18 a 25 anos, apenas 22% terminam o ensino médio. Os negros são 47,3% da população brasileira, mas correspondem a 66% do total de pobres. O rendimento das mulheres é 60% do rendimento dos homens no mesmo posto de trabalho. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto o Distrito Federal apresentou um PIB per capita de R$ 16.920 em 2003, o Estado do Maranhão ficou com apenas R$ 2.354 anuais por pessoa. Esses números são mais do que suficientes para indicar o gigantesco desafio que o país enfrenta para dar conta dos problemas da violência, da segregação e da desigualdade social.
1.4 – Uma sociedade “ensimesmada”
2. A institucionalização dos coitados.
2.1 – A Cultura da Esmola.
2.2 - As práticas assistencialistas no século XX.
2.3 – Quando a vida é “gabrielizada”
3. Quebrando paradigmas.
3.1 – Cidade partida?
3.2 - Elaborando uma tecnologia de saída do estado de miséria para uma vida de dignidade.
3.3 - Construindo com os usuários dos programas de inclusão social um compromisso de travessia, onde entrada, convivência/permanência e saída se fazem presentes.
3.4 – Combatendo o populismo político.
3.5 – Promovendo criticas arquitetônicas sobre a ordem social.
3.6 – Nem só de sopa vive o homem.
3.7 – Combatendo o messianismo evangélico.
3.8 – Estabelecendo uma proposta de inclusão social individualizada.
4. Estabelecendo uma nova cultura social.
“A Igreja não representa um fim em si mesma. “As igrejas não existem para si, elas existem para Deus e para a humanidade. Existe para a justiça, a dignidade, a paz e para manter a esperança. Existem para preservar e cuidar de toda a criação. A Igreja é um princípio de esperança”. Leonardo Boff
4.1. – Novos líderes para uma velha realidade.
4.2. – Construindo pontes entre a sociedade civil e o poder público.
4.3. – A Igreja e os seus equipamentos como instrumentos de inclusão social.
4.4. – Promovendo o aumento de escolaridade.
4.5. - Promovendo desenvolvimento comunitário, integral e sustentável.
4.6. – Capacitando e qualificando a mão de obra local.
4.7. - Resgatando a dignidade do cidadão.
4.8. – Ressuscitando a cidadania.
1. Um mundo em constante ebulição.
1.1 – Um mundo globalizado.
1.2 - Uma sociedade hedonista.
1.3 – Um mundo de grandes desigualdades sociais.
No Brasil, os 10% mais ricos da população são donos de 46% do total da renda nacional, enquanto os 50% mais pobres – ou seja, 87 milhões de pessoas – ficam com apenas 13,3%. Somos 14,6 milhões de analfabetos, e pelo menos 30 milhões de analfabetos funcionais. Da população de 7 a 14 anos que freqüenta a escola, menos de 70% concluem o ensino fundamental. Na faixa de 18 a 25 anos, apenas 22% terminam o ensino médio. Os negros são 47,3% da população brasileira, mas correspondem a 66% do total de pobres. O rendimento das mulheres é 60% do rendimento dos homens no mesmo posto de trabalho. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto o Distrito Federal apresentou um PIB per capita de R$ 16.920 em 2003, o Estado do Maranhão ficou com apenas R$ 2.354 anuais por pessoa. Esses números são mais do que suficientes para indicar o gigantesco desafio que o país enfrenta para dar conta dos problemas da violência, da segregação e da desigualdade social.
1.4 – Uma sociedade “ensimesmada”
2. A institucionalização dos coitados.
2.1 – A Cultura da Esmola.
2.2 - As práticas assistencialistas no século XX.
2.3 – Quando a vida é “gabrielizada”
3. Quebrando paradigmas.
3.1 – Cidade partida?
3.2 - Elaborando uma tecnologia de saída do estado de miséria para uma vida de dignidade.
3.3 - Construindo com os usuários dos programas de inclusão social um compromisso de travessia, onde entrada, convivência/permanência e saída se fazem presentes.
3.4 – Combatendo o populismo político.
3.5 – Promovendo criticas arquitetônicas sobre a ordem social.
3.6 – Nem só de sopa vive o homem.
3.7 – Combatendo o messianismo evangélico.
3.8 – Estabelecendo uma proposta de inclusão social individualizada.
4. Estabelecendo uma nova cultura social.
“A Igreja não representa um fim em si mesma. “As igrejas não existem para si, elas existem para Deus e para a humanidade. Existe para a justiça, a dignidade, a paz e para manter a esperança. Existem para preservar e cuidar de toda a criação. A Igreja é um princípio de esperança”. Leonardo Boff
4.1. – Novos líderes para uma velha realidade.
4.2. – Construindo pontes entre a sociedade civil e o poder público.
4.3. – A Igreja e os seus equipamentos como instrumentos de inclusão social.
4.4. – Promovendo o aumento de escolaridade.
4.5. - Promovendo desenvolvimento comunitário, integral e sustentável.
4.6. – Capacitando e qualificando a mão de obra local.
4.7. - Resgatando a dignidade do cidadão.
4.8. – Ressuscitando a cidadania.
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